Este garrafão de vidro, com capacidade de 5 litros, é revestido por vime entrançado, técnica utilizada para proteger o vidro e facilitar o transporte. Comum em Seroa e nas áreas rurais de Paços de Ferreira, era utilizado principalmente para armazenar e transportar vinho e azeite. A produção de vidro em Portugal, especialmente em fábricas como a de Amora, foi crucial para a disponibilidade desses recipientes.
Datado entre os séculos XIX e XX, este garrafão ilustra a ligação das comunidades locais à terra e à produção agrícola, sendo um testemunho da vida quotidiana na região.






